Novos radares já emitiram 1,3 mil autuações em Mogi

Desde o início da operação dos novos radares em Mogi das Cruzes no dia 2 deste mês, até o dia 7, a Secretaria Municipal de Transportes registrou 1.310 autuações a motoristas infratores. Os equipamentos voltaram a funcionar no dia 26 de maio, apenas com ações educativas na primeira semana.

"É importante lembrar que todos os locais que contam com equipamentos de fiscalização estão devidamente sinalizados, com placas de regulamentação de velocidade e com placas indicativas da existência da fiscalização eletrônica", apontou a Prefeitura de Mogi.

Além disso, os pontos também receberam faixas orientativas. A operação dos equipamentos foi interrompida o ano passado em decorrência do vencimento do contrato com a antiga empresa responsável pela operacionalização. Os radares foram desabilitados e retirados das vias em agosto.

Por determinação da Resolução 805 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), as notificações de infrações de trânsito ocorridas entre 26 de fevereiro e 30 de novembro de 2020 passaram a ser enviadas aos proprietários dos veículos apenas a partir de janeiro deste ano.

Até julho de 2020, os radares estavam operando e, a partir de agosto, apenas foram realizadas autuações manuais por agentes municipais e pela Polícia Militar.

A definição dos locais que receberam os equipamentos recentemente, segundo a secretaria, considerou as características das vias, os riscos para pedestres e motoristas e o número de acidentes registrados nos locais em períodos anteriores.

Alguns equipamentos, no entanto, permanecerão não fazendo autuações. São os casos das barreiras educativas instaladas na rodovia Pedro Eroles, 1.060 (Mogi-Dutra) sentido centro-bairro, na avenida Lourenço de Souza Franco, 1.215 (sentido centro-bairro), 1.231 (sentido bairro-centro), 2.265 (sentido bairro-centro) e 2.442 (sentido centro-bairro) e na avenida Guilherme George, 2.336 (nos dois sentidos).

Além disso, por uma decisão da Prefeitura, o radar estático, popularmente conhecido como "móvel", não será utilizado para autuação de motoristas. Ele será voltado, quando necessário, para ações de engenharia de tráfego, com contagem de veículos e estatísticas.

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