Mulheres ocupam cargo de liderança no Santa Maria

Atento aos mercados de trabalho regional e nacional, o Hospital Santa Maria de Suzano fez um recente levantamento que tende a servir como referência para a maioria das empresas do Alto Tietê.

A instituição de saúde vai na contramão das estatísticas segundo as quais as mulheres ocupam, no máximo, 10% dos cargos de chefia na maioria das empresas brasileiras, e onde três em cada dez companhias ainda não há presença feminina em qualquer posição.

A diretora médica é Maria Esther Tormim Vieira do Nascimento, à frente de decisões fundamentais para a instituição. "A capacidade técnica é primordial nas escolhas, mas é preciso observar que o hospital se encontra acima da média na contratação de mulheres, o que revela a forma moderna de gestão", afirmou a diretora.

Mais de 20 mulheres exercem funções estratégicas, sem as quais o Hospital Santa Maria não se manteria enquanto referência no Alto Tietê.

Praticamente todas as operações importantes passam pelo crivo das profissionais, incluindo áreas como Recursos Humanos, Gerência Financeira., Gerência Médica, Gerências, Supervisão e Coordenação de Enfermagem, Coordenação de Qualidade, Engenharia de Manutenção, Coordenação de Contas Médicas, Coordenação Médica do Pronto Atendimento, Coordenação Médica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, Coordenação Médica dos Serviços de UTI, Coordenação dos Serviços de Clínica Médica, Cardiologia e Nefrologia, além de Nutrição, Farmácia, Rouparia, Higienização, Atendimento - inclusive Ambulatorial - e Psicologia.

A coordenadora médica do Pronto Atendimento, Debora Nogueira, tem sido, ao lado de suas colegas, um exemplo de determinação e comprometimento com os pacientes, acumulando plantões sucessivos à frente de um setor nevrálgico e complexo, com notoriedade na capacidade de liderança, união e dedicação, fatores que ganharam ainda mais ênfase durante a pandemia.

Desde o início das atividades no hospital, há cinco anos e meio, Fernanda Reple, da Enfermagem e Qualidade, passou pelas diversas fases de evolução da instituição de saúde, sempre como parâmetro de sensatez e empatia profissionais para as adaptações que se fizessem necessárias, sobretudo em um campo de atuação peculiar, exigente e velozmente mutante como a saúde, transformando-se em voz da experiência a ser consultada em todos os momentos.

"Esse, certamente, é mais um dos nossos diferenciais e isso pode servir como exemplo para gestores, executivos e empreendedores que pretendem manter o sucesso, a credibilidade e longevidade de seus negócios', conclui a diretora médica Maria Esther.