Mais de 6 mil pessoas tomaram a vacina contra a hepatite B

Mais de 6 mil pessoas garantiram a vacinação contra a hepatite B em Suzano, no período de janeiro a junho deste ano. Segundo as informações da Secretaria Municipal de Saúde, um total de 6.047 pessoas foram imunizadas contra a doença em toda a cidade. As pessoas que ainda não estão imunizadas contra o vírus podem receber as doses em um dos 24 postos de saúde, em dias úteis, das 8 horas às 15h30.

É necessário apresentar documento original com foto, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e, se possível, caderneta de vacinação. As vacinas contra a hepatite B já fazem parte do calendário de vacinação. Os bebês recebem a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida, ainda na maternidade, e o cronograma vacinal é completado aos seis meses, com a aplicação da vacina Pentavalente.

Outros municípios

Em Ferraz de Vasconcelos, de janeiro a junho deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde alcançou um total de 3.694 vacinados contra a doença. Já em Mogi das Cruzes, as informações da Secretaria Municipal de Saúde apontaram que um total de 2.110 pessoas iniciaram a vacinação contra a doença.

"Quem não possui as doses aplicadas na infância pode recebê-las em qualquer idade, nos postos de saúde de Mogi. O horário atual de funcionamento é das 8 às 13 horas", acrescentou a Pasta de Saúde.

Ainda de acordo com a secretaria, não há indicação para a revacinação anual ou reforços, portanto, esse número de doses não reflete o número total de pessoas com o esquema vacinal completo no município. O sistema SI-PNI do Ministério da Saúde não fornece dados acumulados por ano, segundo a Prefeitura de Mogi.

Conforme explica o Ministério da Saúde, a hepatite B é uma doença infecciosa que agride o fígado, sendo causada pelo vírus pertencente à família Hepadnaviridae. O vírus B está presente no sangue e secreções, e é por este motivo que a hepatite B é também classificada como uma infecção sexualmente transmissível.

Inicialmente, ocorre uma infecção aguda e, na maior parte dos casos, a infecção se resolve espontaneamente até seis meses após os primeiros sintomas, sendo considerada de curta duração. Essa resolução é evidenciada pela presença de anticorpos chamados anti-Hbs.

Contudo, algumas infecções permanecem após esse período, mantendo a presença do marcador HBsAg no sangue. "Nesses casos, a infecção é considerada crônica. O risco de a infecção tornar-se crônica depende da idade do indivíduo. As crianças, por exemplo, têm maior chance de desenvolver a forma crônica", explicou o Ministério da Saúde.

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