Represas do Alto Tietê operam com volume abaixo da metade

Represa de Taiaçupeba está com 48,9% da capacidade e tinha 53% há um mês
Represa de Taiaçupeba está com 48,9% da capacidade e tinha 53% há um mês - FOTO: Emanuel Aquilera

As represas do Sistema Produtor do Alto Tietê (Spat) têm registrado um volume abaixo da metade da capacidade, segundo os dados fornecidos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Uma das maiores barragens, a de Paraitinga, estava no início da semana com volume total de 23,5%, sendo que há um mês estava em 29%.

Por outro lado, a represa de Ponte Nova tinha volume total de 59,1%, de acordo com os números da Sabesp. Há um mês, o volume também era superior, em 62,5%. Em Biritiba, a represa que antes trabalhava com 29,2% da capacidade total, operava na segunda-feira com 27,2%.

Em Jundiaí, a Sabesp apontou um volume total de 30,2% há um mês e 27,3% no início da semana. Ainda conforme os números da Sabesp, a represa de Taiaçupeba atendia parte da região com um volume de 48,9%. Há um mês, a ocupação era de 53%.

As represas utilizadas para fins de abastecimento têm a finalidade de acumular água no período chuvoso ou úmido para ser utilizada no período seco ou de estiagem, permitindo o fornecimento do produto para a população ao longo do ano.

A Sabesp explica que as bacias também possuem um papel fundamental no controle das cheias, pois, no período de fortes chuvas, retêm parte da vazão que chegaria aos rios, córregos e centros urbanos, armazenando e liberando os volumes de água aos poucos e evitando o impacto de inundações.

Na Região Metropolitana de São Paulo, a principal fonte utilizada para abastecimento público é a água armazenada em barragens ou represas. No interior de São Paulo é comum o uso da água de poços profundos provenientes de mananciais subterrâneos que também inspiram proteção e cuidados.

Já no litoral do Estado, há mananciais de serra e rios imprescindíveis ao abastecimento das regiões.

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