Projeto busca evitar uso de papel na Prefeitura

Suzano - A Prefeitura de, por meio da Secretaria de Administração, lançou ontem o programa de governo digital e gestão sem papel, que visa a automatização de processos, com otimização de recursos e certificação digital do município. O objetivo é reduzir burocracias e ganhar tempo, além de garantir mais transparência, agilidade e economia de até R$ 1,3 milhão ao ano.

O plano foi apresentado pela chefe da pasta, Cintia Renata Lira, e pela diretora da empresa Sonner, Larissa Tavares, especializada em sistemas integrados para a gestão pública. Na oportunidade, as duas destacaram avanços importantes conquistados nos últimos quatro anos. Entre eles, está a integração de sistemas empregados na Ouvidoria Geral do Município, na Educação, na Saúde, na gestão de tributos e na transparência ativa da cidade, como na publicação dos atos oficiais e outros mecanismos totalmente digitais que podem ser acessados no Portal do Cidadão, por meio do site www.suzano.sp.gov.br.

De acordo com a secretária, a iniciativa traz benefícios incontáveis. "Queremos cada vez mais dar visibilidade às informações, em todas as áreas e serviços da Prefeitura", afirmou Cintia.

O prefeito Rodrigo Ashiuchi (PL) parabenizou o empenho da pasta e destacou a importância do programa a longo prazo. "De certa forma, isso nos impulsiona a pensar em novas possibilidades e, mais uma vez, sair na frente com uma proposta de governança digital que deve oferecer mais de 50% de redução nos prazos de encerramento de processos, geração automática de documentos eletrônicos e agilidade nos serviços".

Os próximos passos contemplam uma avaliação sistêmica, com mapeamento de processos e fluxos para o entendimento dos gargalos na operação. Em seguida, será efetuada a institucionalização da estratégia para regulamentar o processo de governança digital. Por fim, a fase seguinte envolverá a implantação dos fluxos definidos e a aquisição de certificados A3, para a completa digitalização dos processos, garantindo a economia de 6 milhões de cópias e R$ 1,3 milhão ao ano, com processos mais ágeis e transparentes. A previsão é de que as etapas sejam superadas até fevereiro.