estrada do taboão

Empresários questionam tempo de fechamento de passagem em nível

Agestab alega que interrupção chega a 1h30 por dia, atrapalhando o fluxo de veículos, caminhões e vans escolares

André Diniz
16/12/2021 às 00:00
Atualizada em 16/12/2021 às 00:00.
Divulgação

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Mogi - Uma passagem ferroviária em nível na Estrada do Taboão do Parateí, em Mogi das Cruzes, tem gerado protestos por parte da Associação de Gestores do Distrito Industrial do Taboão (Agestab), entidade que representa as empresas instaladas na região. A queixa é sobre os longos períodos de fechamento da estrada, causando atrasos e problemas para quem transita pelo local.

A passagem está situada no início da rodovia no km 1,3 e, segundo relatos de motoristas e pedestres à Agestab, ao menos três vezes por dia a rodovia tem seu fluxo interrompido para as manobras das composições que transportam produtos para a companhia Cimento Tupi.

Segundo a associação, a interrupção que chega a durar até 1h30 por dia gera filas de automóveis, caminhões, utilitários de transporte escolar, e até mesmo viaturas do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e da Polícia Militar. A Agestab também acusa a MRS - empresa logística proprietária da linha - de falta de sinalização sonora e de placas informativas, de iluminação, além de buracos e pavimentação irregular.

A associação informou que realizou uma reunião com a equipe operacional da MRS e representantes da Cimento Tupi no início de outubro, com o intuito de buscar um diálogo sobre o problema e encontrar soluções satisfatórias a todos. Na ocasião, a diretoria da entidade entregou um relatório detalhado sobre o caso e um levantamento dos prejuízos gerados para as indústrias, trabalhadores, moradores e estudantes.

Dentre os pedidos feitos pelos empresários à MRS, estão a redução do tempo de fechamento da passagem em nível, estudos para a realização dos bloqueios fora do horário comercial, e que fosse fracionado, liberando o tráfego em intervalos de dez minutos, para evitar a formação de longas filas de veículos, além de medidas para reforçar a segurança para os pedestres.

Entretanto, a Agestab informou que não teve mais contatos oficiais por parte da MRS, que os intervalos no fechamento aumentaram no local, que não houve encaminhamento das demandas no relatório e não foram concretizadas as reuniões de trabalho seguintes. "Este distanciamento da MRS e da Cimento Tupi e a percepção de que o tempo de bloqueio aumentou em vez de diminuir tem nos preocupado. Entretanto, seguiremos na busca de intermediar uma solução", informou.

Outro lado

A MRS Logística informou por meio de nota que a reunião entre as partes teria ocorrido no mês de novembro, e que as áreas operacionais da MRS realizaram os ajustes com manobras fora do horário comercial. "As equipes da empresa estão atentas, analisando de forma constante quais outras iniciativas podem ser adotadas. Ressaltamos que a MRS está disponível para o diálogo com a sociedade", concluiu a empresa.

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