Diversidade

Apeoesp e Coletivos fazem ato contra transfobia na Escola Galdino

Intervenção tratou do tema da violência e pediu tolerância e respeito para os alunos na unidade onde estudante de 16 anos foi agredida na semana passada

17/02/2022 às 05:30
Atualizada em 17/02/2022 às 13:34.
Divulgação

Apeoesp e coletivos populares realizaram ato na Escola Estadual Galdino Pinheiro Franco, em Mogi das Cruzes, contra violência e transfobia - FOTO: Divulgação

 O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), juntamente com representantes do Fórum Mogiano LGBTQIA+ e coletivos populares realizaram na manhã de ontem um ato em defesa da diversidade e contra a intolerância e a violência em frente à Escola Estadual Galdino Pinheiro Franco, no distrito de Braz Cubas em Mogi das Cruzes.

O ato também contou com a presença e a participação do Fórum Mogiano LGBT; coletivo Afrontarte; coletivo Periféricos LGBTQIAP+; Núcleo Transexuais, Transgêneros e Travestis Mogiano; Comunidade CEU; Movimento Olga Benário; Movimento Impacto Feminista e de representantes dos gabinetes do vereador Iduigues Martins (PT) e Inês Paz (PSOL).

Com um carro de som e panfletos, os participantes chamaram a atenção dos alunos e professores que entravam para o turno da manhã, relembrando a necessidade de se implantar um ensino “que tenha como projeto central a formação de uma sociedade inclusiva, democrática, respeitadora dos direitos humanos, que lute contra o racismo, machismo, a LGBTfobia, entre outros”.

Os participantes do ato chamaram a atenção dos alunos e professores sobre o impacto do incidente na opinião pública, que acabou ganhando notoriedade nacional, ressaltando que o episódio constitui crime e que o devido processo legal deve ser concluído.

Segundo a representante da Apeoesp Inês Paz, tanto a direção da escola quanto o Fórum Mogiano LGBT seguem acompanhando a vítima e sua família, dando o suporte necessário após o ataque. “Ela está participando das aulas de forma remota, e a escola aguarda a decisão sobre sua permanência ou não. Caso ela fique ou que ela seja transferida, queremos saber quais serão as garantias que serão dadas para a sua integridade física em sala de aula”, informou.


HISTÓRICO
Na semana passada, uma aluna de 16 anos foi vítima de um ataque por outros alunos, no que foi classificado como episódio de transfobia. A aluna, que estava sendo vítima de assédio e bullying, reagiu às investidas e foi agredida por diversos alunos, tendo que ser escoltada por funcionários da escola.

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