Meio ambiente

Como a NGK vai zerar as emissões de carbono até 2050

Empresa espera reduzir as emissões em 30% até 2030 e estabelecer novas metas até 2040

05/06/2022 às 06:00
Atualizada em 05/06/2022 às 06:00.
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Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é a maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, com forte presença em todos os continentes. No Brasil, a empresa atua há mais de 60 anos, conta com aproximadamente 1.300 funcionários e tem uma fábrica com 625 mil m2 em Mogi das Cruzes, SP. A empresa – detentora das marcas NGK (componentes automotivos) e NTK (sensores e ferramentas de corte) – disponibiliza em seu site dezenas de opções de cursos online para mecânicos e aplicadores de produtos. - FOTO: Divulgação

A NGK, líder mundial em produção de velas de ignição, avança em seu compromisso de neutralizar as emissões de carbono até 2050 para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Para chegar a esse patamar, a empresa espera reduzir as emissões em 30% até 2030 e estabelecer novas metas até 2040.

"Para a NGK, o crescimento sustentável é o único caminho viável para as indústrias", declara Nivaldo Yano, chefe do Departamento de Controle Ambiental da NGK do Brasil. "Em todo o mundo, a empresa promove uma série de iniciativas com foco na preservação ambiental e na sustentabilidade de suas operações."

Nesse sentido, a companhia desenvolve o programa de sustentabilidade global Ecovision 2030, que estabelece objetivos em linha com as metas ambientais propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU), sobretudo em resposta às mudanças climáticas, expansão de produtos ambientalmente amigáveis, conservação de recursos hídricos e gerenciamento de resíduos.

Alto Tietê

Reduzir as emissões de CO2 está entre os principais esforços da NGK do Brasil, que anunciou em abril o investimento de R$ 2 milhões para ampliar em 36% a capacidade de sua usina de energia solar, responsável atualmente pela geração de 150 MWh/mês, o que rende uma economia de 7% no consumo da fábrica localizada em Mogi das Cruzes (SP).

"Com a primeira fase do projeto instalada em março do ano passado, a empresa já se tornou detentora do maior sistema fotovoltaico da região do Alto Tietê e deixou de emitir 104 toneladas de CO2 no período de 12 meses, o que corresponde ao plantio de 645 árvores", destaca o chefe do Departamento de Controle Ambiental da NGK do Brasil.

Também está em curso na empresa a implementação de novas tecnologias com o objetivo de reduzir as emissões nas linhas produtivas, o que engloba modernização em processos de sinterização dos produtos cerâmicos, utilizando equipamentos com menor consumo de combustível ou energia elétrica.

Na avaliação de Yano, a indústria automotiva tem importante papel na corrida por uma economia de baixo carbono, por isso a NGK planeja implementar os programas Compra Verde e Logística Verde até 2030. "Queremos engajar fornecedores e prestadores de serviço a fortalecer suas políticas ambientais e reduzir as emissões de carbono", afirmou.

O gerenciamento de resíduos também está entre as prioridades da NGK, que já reprocessa 90% de seus resíduos e recicla 70% de água utilizada.

 

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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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