Brasil: vácuo político

Olavo Câmara
Olavo Câmara - FOTO: divulgação

É lamentável e triste que um país rico como o Brasil, em recursos que poderia atingir em poucos anos a posição de terceira potencia mundial, permaneça se arrastando, devido à incoerência, imoralidade e a busca constante dos interesses pessoais, por integrantes das lideranças dos poderes.

É triste ter que dizer, mas se não houver intervenção militar para harmonizar os três poderes, tudo caminhará para o caos e aumento da criminalidade. Os poderes representativos não estão se dedicando para que tudo funcione adequadamente. Como colocar o Brasil nos trilhos para salvar a sociedade e implantar um novo progresso.

Implantando uma política de alto nível desapareceriam as favelas, diminuiria a criminalidade e uma educação de primeiro mundo seria implantada nas escolas públicas. É possível sim, tudo dependerá dos fatores políticos quando lideranças se unirem para eliminar o vácuo político existente nas instituições. Como falar dos sem terra? Ora é possível fazer uma profunda reforma agrária, desde que não se venda o território brasileiro como estão fazendo. As reservas indígenas são necessárias, mas as áreas das tribos são coordenadas por ONGs estrangeiras para levar as reservas naturais para os países que estas ONGs comandam.

A alienação e desinformação dos brasileiros sobre questões prioritárias são patentes. A constituição federal estabelece em seus artigos que há forças legais para intervir nos poderes e convocar eleições gerais.

As lideranças afoitas para implantar ideologias são pessoas egoístas e plenamente materialistas. Quando há um processo judicial (entre autor e réu) é o juiz quem prolata a sentença decidindo o caso. Os três poderes no Brasil estão em conflitos, então somente com uma intervenção militar, (sem ditadura ou torturas) é que poderá surgir equilíbrio para que esta nação tome um novo rumo.

O Brasil se tornando rico e desenvolvido, aí sim, poderá colaborar com outras nações. Mas não como fizeram os governos anteriores que roubaram os cofres do Brasil e depositaram em outras nações.

Olavo Arruda Câmara é advogado, professor, mestre e doutor em Direito e Política.