Região em obras

Mogi das Cruzes segue no aguardo de algumas obras importantes a serem entregues. Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e sinais cada vez mais claros de que a pandemia está em declínio, a cidade espera que, enfim, equipamentos e obras viárias importantes tenham andamento e possam ser entregues em breve.

A prefeita interina de Mogi, Priscila Yamagami (Podemos), assinou o convênio com o governo estadual para a revitalização da estrada vicinal Taboão do Parateí, em maio. Na ocasião, o prefeito Caio Cunha (Podemos) etava em Brasília, buscando recursos para a cidade. A recuperação da estrada do Taboão trará benefícios a moradores e empresas, que terão maior facilidade de mobilidade. Com previsão de investimento de R$ 18 milhões, a revitalização também vai auxiliar diretamente a ligação com Santa Isabel.

O governo do Estado também pretende, dentro do processo de revitalização de dezenas de vicinais em São Paulo, melhorias na estrada da Volta Fria, em Mogi; Estrada dos Fernandes, em Suzano, na ligação entre a cidade de Ribeirão Pires e a região das Sete Cruzes, totalizando 32 quilômetros e com um investimento de R$ 13,2 milhões. Também há a possibilidade de serem incluídas nesta terceira fase as obras de pavimentação da estrada do Sertãozinho, que liga o distrito de Biritiba Ussú ao município de Biritiba Mirim. A Prefeitura também continua buscando junto ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER) a recuperação da estrada Velha de Sabaúna, uma importante demanda da população. Há outras estradas que merecem atenção e que estão na mira das autoridades, como as estradas dos Neves e do Furuyama, localizadas na região norte de Suzano.

Todas elas são demandas antigas, de décadas, e que agora parecem que serão atendidas, com o planejamento saindo do papel. Os benefícios são diversos, como a melhoria da trafegabilidade, favorecendo o escoamento da safra e, principalmente, o meio ambiente.
As novas gestões que assumiram as prefeituras da região no início do ano merecem um voto de confiança. Mas, daqui em diante, será preciso cobrar os órgãos responsáveis para a realização das obras.