Editorial

Boa saúde

19/02/2022 às 05:30
Atualizada em 19/02/2022 às 05:30.

A saúde pública, como todos sabemos, tem lá seus defeitos, um monte para dizer a verdade, e entre eles, talvez o mais irritante, é a falta de médicos. O pior é quando o médico falta e o paciente que tem consulta marcada não é avisado e, ao chegar na unidade de saúde, dá com a cara na porta. Seria minimamente humano ligar para essa pessoa e informar que a consulta foi desmarcada por que o médico não irá.

Mas, para além dos problemas, que não devem ser esquecidos de forma alguma, há espaços para o bom atendimento. A Única de Jundiapeba é um exemplo disso, que presta bons serviços há 10 anos, com mais de um milhão de procedimentos realizados em uma década de funcionamento.

É justo, e quanto mais avançar na qualidade do atendimento melhor. Afinal, são os mais pobres que utilizam os serviços públicos, e, apesar disso tudo, são os que possuem menos recursos que pagam, proporcionalmente, mais impostos e nada mais justo oferecer uma unidade de saúde que funciona bem. Aqui estamos falando de um equipamento municipal, entretanto, isso vale tanto para os serviços prestados pelas cidades quando pelo Estado e pela União.

Há muitas questões a serem resolvidas dentro do sistema público de saúde. A atenção básica, embora haja monitoramento para este segmento, deixa a desejar na prevenção de doenças e no atendimento rápido à população em casos mais simples de serem resolvidos. A situação muda de figura quando a alta complexidade é acionada, aí sim, há grandes chances de um bom atendimento ocorrer para tratar uma pessoa com uma doença grave, como o câncer.

É preciso juntar o melhor dos dois mundos para que a saúde pública possa evoluir para um atendimento de excelência, e isso inclui desde a prevenção de doenças até o tratamento adequado do doente. A própria população pode colaborar e não visitar um pronto-socorro por causa de um resfriado, que pode ser atendido em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Torçamos para que isso um dia possa ocorrer e que tanto a atenção básica quanto a alta complexidade possam funcionar.

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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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