Editorial

O custo do poder

12/04/2022 às 05:30
Atualizada em 12/04/2022 às 08:03.

Muito se fala no poder Executivo, afinal é ele que sempre está em evidência, seja da cidade, Estado ou do país. São geralmente deles que a população, principalmente o eleitorado, busca explicações para os problemas enfrentados no dia a dia. E deste poder também são cobradas melhorias, seja das ruas, serviços, ou outros segmentos.

No entanto, utilizando as cidades como exemplo, os moradores se esquecem que as cobranças também devem ser voltadas para os vereadores. Em primeira instância, são eles que recebem as primeiras demandas da população, são com eles que ganharíamos a consciência como o eleitor e cidadão devem ser construídos, afinal é mais fácil conversar com um vereador do que com um prefeito.

As Casas de Leis servem para criar novos projetos, aprovar propostas, tanto do Legislativo quando do Executivo, aprovar as contas do prefeito e fiscalizá-lo, e entre outras atribuições, receber as demandas da população, levar para discussão quando for pertinente, e apresentar à Prefeitura o que precisa ser feito para sanar o problema.

Ocorre que um vereador, assim como prefeito, governador e presidente, tem salário e a Câmara, com funcionários, veículos, contas, tem um custo para a população, então nada mais justo que os "nobres pares" sejam azucrinados pelos moradores em busca de solução. Em 2020, por exemplo, o Parlamento municipal custou R$ 67,28 por morador de Mogi das Cruzes, ano passado o valor foi de R$ 59,28, em Suzano o gasto foi um pouco maior, R$ 93,19 em 2020 e R$ 81,59 no ano passado. Pode parecer irrisório este valor num primeiro momento, e para muita gente é, mas tem toda uma estrutura por trás que é bancada pela população, e o máximo que pode ser exigido é que aquela instituição funcione muito bem. O custo para cada cidadão poderia ser de R$ 1, mas se o serviço fosse mal executado, seria um dinheiro desperdiçado.

Este elo precisa ser forte, para antes, durante e depois da eleição, porque na hora das promessas, tudo são flores, mas é no trabalho que a gente vê se o dinheiro está sendo bem gasto ou desperdiçado.

 

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