Editorial

Contas ao sol

07/05/2022 às 05:30
Atualizada em 07/05/2022 às 07:56.

Vários fenômenos podem ser percebidos em um ano eleitoral - do ressurgimento ou a superexposição de figuras públicas, das obras e promessas para atender nichos ou comunidades, e das movimentações de sindicatos e entidades de classe para as campanhas de negociação salarial. E não poderia ser diferente, diante do nascer do dia de uma temporada eleitoral pós-pandêmica, como a que vivemos.

O Alto Tietê viu nesta semana movimentações de representantes dos servidores públicos de Ferraz de Vasconcelos e Poá, que acenaram com a possibilidade de greve em setores considerados essenciais como a Educação, que gera impactos na Assistência Social, no Desenvolvimento Econômico e em outras áreas. O principal mote: os reajustes de salário e benefícios para o funcionalismo, liberados após dois anos de contingências contábeis da pandemia do novo coronavírus.

Mas, antes fosse apenas uma peculiaridade de prefeituras que poderiam estar "fora da curva": o cabo de guerra entre governo e entidades representativas dos servidores públicos federais, sobre quem receberá e quando virá o aumento salarial, não gera apenas dúvidas sobre o andamento em alguns setores burocráticos federais que não ficam à vista da população.

Muitos gestores públicos no Alto Tietê e em todo o Brasil reforçaram, nos últimos dois anos, a eventualidade de uma crise econômica continuada que teve como primeiro gatilho o impacto causado pela pandemia e das subsequentes medidas de restrição à circulação de pessoas e produtos. Não é uma novidade, sempre foi um desafio dos gestores buscar obter o melhor cenário possível entre manter a economia e garantir a vida e a dignidade à população exposta ao vírus.

Todos buscaram o seu melhor para sobreviver, prosperar e manter a dignidade de suas famílias. Muitos não conseguiram. No desejado nascer de um novo dia, longe do medo da doença e da indignação pela omissão, resta a todas as partes a conversa franca e honesta sobre nossa situação. Mais do que cálculos políticos, métricas de mídias sociais ou o timbre de voz sobre caminhões de som, a honestidade com a população é o primeiro item no novo dia que se levanta.

 

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Fundado por Paschoal Thomeu – circulou em 22 de novembro de 1975. Em 1992, o administrador de empresas e publicitário Sidney Antonio de Moraes adquiriu a marca e relançou o jornal em 27 de outubro. O projeto foi ganhando força e, em 23 de abril de 1997, o jornal, até então preto-e-branco e veiculado apenas uma vez por semana, passou a circular colorido e bissemanalmente. Em 18 de maio do mesmo ano, a circulação foi ampliada para trissemanal e, finalmente, em 21 de junho de 1997 concretizou-se o lançamento do Mogi News diário. São inúmeras ações que, aliadas à qualidade editorial e gráfica, consagram o Mogi News como o jornal mais lido e respeitado do Alto Tietê

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